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Verão com recordes de calor promete impulsionar vendas do setor de sorvetes

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O calor registrado no fim do inverno e as mudanças de temperatura no início da primavera geraram expectativas de altas temperaturas para o verão. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) prevê recordes de calor ainda na primavera, ainda que marcado por chuvas, especialmente no Sul do país. Essa previsão pode ser vista como uma vantagem para diferentes setores, como de alimentos e entretenimento.

A rede de sorvetes artesanais SOFT Ice Cream conseguiu tirar muito proveito da onda de calor que aconteceu em setembro. Em uma única semana (de 11 a 17 de setembro), a rede atendeu mais de 7 mil pessoas. No domingo (17) daquela semana, a Soft teve seu recorde de faturamento em um único dia: R$ 21.500. “Nosso cardápio tem sorvetes que vão de R$ 10 a R$ 17, é um valor muito competitivo, o que torna esse número recorde de um único dia ainda mais significativo”, explica Matheus Krauze, sócio e fundador da marca. “Nossas vendas aumentaram 80% comparado a agosto”, complementou.

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A rede, que tem hoje três lojas em Curitiba e uma em Ponta Grossa (PR), tem apostado no crescimento com franquias. Neste ano, se aliou ao Janela Bar (sucesso que partiu de Curitiba para outras cidades, hoje com mais de 20 unidades pelo país) para formar o Grupo Rua. A empreitada visa fortalecer a gastronomia de rua, aliando praticidade e qualidade, e potencializando este formato a nível nacional.

Fundada em 2020, a marca trouxe para o mercado um conceito focado em pioneirismo e excelência, democratizando o acesso a uma gastronomia ágil e desenvolvida com ingredientes de muita qualidade. Ampliando o conceito de sorveteria, os empreendedores Matheus Krauze e Ronaldo Ferreira criaram um negócio voltado para a praticidade urbana sem deixar de lado a obstinação por receitas saborosas. Além de três lojas em Curitiba, a empresa iniciou seu processo de expansão com o primeiro espaço físico em Ponta Grossa, também no Paraná, e agora tem como foco uma expansão por meio de franquias pelo Sul do Brasil e pelo estado de São Paulo. Já estão confirmadas novas unidades nas cidades de Apucarana (PR) e Maringá (PR).

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Fonte: Assessoria de Comunicação SOFT Ice Cream

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do suíno vivo volta a subir após mais de um mês e sinaliza reação da demanda

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O mercado de suínos apresentou sinais de recuperação nos últimos dias, com avanço nas cotações do suíno vivo em importantes regiões produtoras acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A alta marca a primeira valorização dos animais desde o período que antecedeu o Dia das Mães, em 10 de maio, refletindo uma melhora na demanda por parte da indústria frigorífica.

De acordo com pesquisadores do Cepea, a procura por suínos para abate ganhou força especialmente nos estados da Região Sul, principal polo da suinocultura nacional. O aumento da movimentação no mercado levou frigoríficos a buscarem lotes adicionais de animais, favorecendo ajustes positivos nos preços pagos aos produtores.

Indústria amplia compras e sustenta recuperação dos preços

O movimento de valorização foi impulsionado pela maior atuação das indústrias no mercado disponível. Com a necessidade de reforçar as escalas de abate, frigoríficos ampliaram as compras de animais terminados, elevando a competitividade entre compradores e fortalecendo o poder de negociação dos produtores.

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Analistas destacam que, após semanas de pressão sobre os preços do suíno vivo, o cenário atual representa uma mudança importante para o setor, que vinha enfrentando dificuldades para sustentar reajustes em meio à oferta equilibrada e ao consumo doméstico mais moderado.

Carne suína ainda não acompanha alta do animal vivo

Apesar da recuperação observada no mercado de animais vivos, o mesmo movimento ainda não foi registrado nos preços da carne suína. Segundo o Cepea, as cotações da proteína seguem estáveis, indicando que a melhora na demanda industrial ainda não se refletiu integralmente no mercado atacadista.

Essa diferença entre os preços do suíno vivo e da carne pode reduzir temporariamente as margens da indústria, que busca repassar os custos ao longo da cadeia sem comprometer a competitividade do produto junto ao consumidor final.

Perspectivas para o setor

O desempenho das vendas no mercado interno e o ritmo das exportações continuarão sendo fatores decisivos para a sustentação dos preços nas próximas semanas. O setor acompanha também o comportamento dos custos de produção, especialmente os relacionados à alimentação animal, como milho e farelo de soja.

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Caso a demanda permaneça aquecida e a indústria mantenha a necessidade de recompor estoques e escalas de abate, o mercado de suínos poderá consolidar uma trajetória de recuperação dos preços durante o segundo semestre.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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