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Evolução das doenças exige uso de novas vacinas na suinocultura

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O uso de vacinas na suinocultura é determinante para o bem-estar animal, para a produtividade e rentabilidade das granjas. os vírus estão em constante evolução, exigindo uma avaliação precisa de novas vacinas e tecnologias disponíveis no mercado.

Essa avaliação é essencial para o suinocultor, pois por meio dela será possível identificar quais os principais desafios de campo que o plantel é exposto. Com estas informações o produtor pode escolher as opções mais efetivas de prevenir algumas doenças, aumentar a eficiência produtiva e minimizar os danos financeiros.

De acordo com o Assistente Técnico de Suínos da Zoetis, Kairon Franz, as avaliações de performance de vacinas e todo o protocolo vacinal devem ser realizadas periodicamente. “A sanidade é dinâmica e os desafios do plantel mudam constantemente, novas tecnologias de prevenção são determinantes para o sucesso profilático de um plantel,”, destaca o especialista.

Não basta apenas vacinar, é preciso verificar periodicamente através de avaliações de performance vacinal, se o imunizante está garantindo o melhor desempenho zootécnico no campo. “Nesse caso, é preciso fazer um delineamento experimental. Formar dois grupos, sendo um grupo teste e outro controle. E assim garantir a mínima interferência de vieses de produção, como, ordem de parto das matrizes, padronização da idade ao desmame dos manejos e ambiência”, explica o especialista.

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Com esse processo, é possível analisar os indicadores zootécnicos como mortalidade, conversão alimentar, ganho de peso, custo com medicamentos, condenações ao abate e finalizando com o retorno econômico sobre o investimento.

Novas tecnologias

A tecnologia pode e deve ser um aliado do produtor que busca excelência no processo de produção. “Quando o produtor consegue investir em novas tecnologias, ele minimiza o risco de perdas de produtividade e consequentemente aumenta a rentabilidade”, finaliza o especialista da Zoetis.

Fonte: Zoetis

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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