AGRONEGÓCIO

Mecanização das parreiras tem sido uma das soluções dos produtores para otimizar tempo nas lavouras

Publicado em

Para otimizar o tempo nas lavouras de uvas, o produtor rural tem optado pela mecanização e escolhido tratores compactos e estreitos para as parreiras. Na temporada das chamadas “uvas de mesa” – que são aquelas que encontramos no seu estado mais fresco e já disponíveis nas prateleiras – impossível não pensar que, antes de chegar à mesa, o plantio desta fruta passa por uma série de processos para que cheguem com qualidade ao consumidor final.

Neste sentido, durante toda a safra, os tratores cumprem papel fundamental, sendo os responsáveis pelo preparo de solo, da área cultivada, pela pulverização e pelo transporte de adubo e da fruta colhida, otimizando o tempo e aumentando a produtividade do agricultor.

“Há muito tempo, a Agritech oferece ao produtor familiar e para os pequenos e médios, máquinas destinadas a esta cultura. São tratores menores e mais estreitos, que permitem que o operador possa entrar por entre as linhas dos parreirais e realizar manobras com facilidade nas áreas de cultivo”, explica o Coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

Tratores compactos e estreitos

Para o cultivo da uva, por ser o mais compacto do mercado em sua categoria e peso, o 1160 Turbo da Agritech tem obtido melhores performances no meio das estreitas parreiras.

Leia Também:  Cuiabá regulamenta atendimento de acidentes com materiais biológicos

Por ser um modelo mais baixo e compacto, consegue andar pelas parreiras com mais agilidade. O reversor sincronizado reduz o tempo nas manobras por contar com maior opção de velocidade de deslocamento à ré.

O trator 1160 Turbo facilita o dia a dia da lavoura em diversas situações de aplicação, desde o preparo do solo ao transporte da sua colheita – o que dá ao equipamento muita versatilidade. Uma série de acessórios de fábrica equipa o 1160 Turbo, como cambio sincronizado de 24 velocidades com reversor, redutor de velocidade, tomada de força econômica, tomada de força proporcional e comando duplo.

“O 1160 Turbo é multifuncional e versátil. É um trator que oferece soluções que antes somente modelos de maior porte e potência poderiam oferecer. Moderno e completo, esse equipamento oferece segurança ocupacional, conforto e bem-estar ao operador”, destaca Oliveira. A Agritech também conta com o modelo 1145 para as parreiras.

AGT 25: novo trator Agritech

Para facilitar o dia a dia dos ‘pequenos’ em diversas situações de aplicação para culturas diversificadas, incluindo a da uva, a Agritech oferece o seu mais novo produto: o AGT 25.

Com motor Mitsubishi de 3 cilindros aspirado com 24CV, com 9 marchas a frente e 3 a ré e tração 4×4, o novo trator da Agritech atende todas as operações em uma pequena propriedade ou em culturas que exigem tratores estreitos e pequenos, como é o caso de operações em estufas.

Leia Também:  Produtores rurais podem renegociar dívidas do crédito rural até dia 31 de maio

“Este novo trator da nossa marca é prático, pequeno e potente. Chega ao mercado para facilitar o trabalho no dia a dia do pequeno agricultor, que tem demandas específicas”, comenta Oliveira.

Uvas de vinho

O produtor das uvas de vinho, cujo período de safra se dá entre o fim de janeiro e o fim de março, já pode se planejar para aquisição do trator da Agritech. Segundo Oliveira, a empresa oferece, por meio da longa e consolidada parceria com o banco de fábrica da empresa, o DLL, facilidade na aquisição de todas as linhas de tratores da empresa.

Outra opção atraente de negócio é o Consórcio Nacional Agritech, que oferece planos com prazos de até 100 meses. “O Consórcio Agritech é uma forma programada e inteligente de adquirir máquinas agrícolas e outros implementos, pois oferece taxas que ficam abaixo das praticadas no mercado. É uma ótima oportunidade”, garante o coordenador.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

Published

on

O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

Leia Também:  Preços da Soja Mantêm Estabilidade em Chicago à Espera de Novas Informações

O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

Leia Também:  Valor Bruto da Produção dos Cafés do Brasil pode atingir R$ 125,7 bilhões em 2025

Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA