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Sorrisenses vão as urnas para escolher os novos conselheiros tutelares

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Candidatos eleitos assumem em janeiro de 2024

O processo de escolha dos conselheiros tutelares encerrou às 17 horas, deste domingo, 01 de outubro, e por volta das 22h30, já estavam definidas as cinco novas lideranças comunitárias para atuar na preservação dos direitos das crianças e adolescentes, para o pleito 2024/2027. Os novos membros tomam posse em 09 de janeiro de 2024.

Foram registrados o total de 2208 votos válidos e 12 nulos, nas dez seções eleitorais, das nove escolas e cemeis do Município.

“Os novos representantes assumem seus postos em janeiro do ano que vem, onde desempenharão uma função social muito importante e de grande responsabilidade em nossa sociedade na preservação dos direitos das nossas crianças e adolescentes”, destacou, a secretária de Assistência Social, Jucélia Ferro.

O certame seguiu as etapas eliminatórias de inscrição e apresentação dos documentos exigidos; prova de conhecimentos específicos; avaliação psicológica; além do tradicional processo de escolha por voto popular.

Os conselheiros tutelares terão a remuneração de R$ 5400,00 + 400 vale alimentação, + horas extras e sobreaviso. Os profissionais atuam como guardiões das crianças e adolescentes evitando que os direitos das mesmas sejam violados ou ameaçados, além de promover o devido encaminhamento aos pais e responsáveis, mediante termo de responsabilidade, segundo o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

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Confira os candidatos escolhidos pelo voto popular:

1º lugar – Beatriz do Nascimento Silva – 362 votos

2º lugar – Ana Claudia Mariani Brizola – 359 votos

3º lugar – Morgana B. K. dos Santos – 311 votos

4º lugar – Angela Raimunda de J. F. Costa – 281 votos

5º lugar – Marlene da Cruz Bogo – 171 votos

Ficaram na suplência, os candidatos:

6º lugar – Érica – 153 votos

7º Elisabeth – 136 votos

8º Elenice – 108 votos

9º Natanael – 102 votos

10º Leia de Oliveira – 80 votos

11º Adriano Grando – 52 votos

12º Lana – 49 votos

13º Laura – 33 votos

14º Dirciane – 08 votos

15º Jéssica – 03 votos

A escolha dos novos integrantes é feita de maneira integrada entre o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e a Secretaria de Assistência Social (Semas). O resultado será divulgado no Diário Oficial, como destaca a presidente do CMDCA, Joeli Gomes.

“Em nome do CMDCA agradecemos a secretária de Assistência Social Jucélia Ferro e ao Ministério Público pela parceria e atuação em todo o processo de escolha do Conselho Tutelar” ressaltou.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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