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MPMT participa de reunião sobre jogo das Eliminatórias da Copa

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso participou nesta sexta-feira (29) de uma reunião com representantes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), na sede da secretaria, para alinhar informações e discutir o planejamento e as estratégias para realização do jogo entre Brasil x Venezuela, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. O jogo será disputado no dia 12 de outubro, às 20h30 (horário local), na Arena Pantanal, em Cuiabá. 

De acordo com o promotor de Justiça Mauro Poderoso de Souza, da 20ª Promotoria Criminal – Juizado Especial Criminal, entre os assuntos tratados na reunião estão a venda de ingressos, treinamento das seleções na Arena, estacionamento, credenciamento, venda de bebida alcóolica, policiamento e segurança. A expectativa é que sejam comercializados 40 mil ingressos exclusivamente pela internet, bem como que seja respeitado o direito de gratuidade para idosos e pessoas com deficiência. 

“O jogo da Seleção Brasileira na Arena Pantanal será um marco histórico para nosso estado, o maior evento de todos os tempos, e o Ministério Público está participando ativamente de toda a preparação. Estamos atentos, preocupados e trabalhando para que seja um sucesso e abra as portas de Cuiabá para outros jogos no futuro”, afirmou Mauro Poderoso de Souza. O promotor informou que haverá uma nova reunião no dia 5 de outubro para novas definições. 

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Foto: Secel-MT
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 16 anos por tentativa de homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de Diamantino (a 184 km de Cuiabá) condenou Alisson Rodrigues dos Santos a 16 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, por tentativa de homicídio qualificado. A sentença foi proferida nesta quinta-feira (11).O Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria do crime, acolhendo as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.A promotora de Justiça Rhyzea Lucia Cavalcanti de Morais representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante o julgamento em plenário.O réu foi condenado por um crime cometido em 5 de dezembro de 2016. Na ocasião, ele invadiu a residência da vítima, Carlos Camargo, localizada no bairro Popino, em Diamantino. Conforme apurado nas investigações, a vítima dormia sozinha no imóvel quando foi surpreendida pelo agressor e por um comparsa não identificado.A vítima foi atingida por diversos golpes de arma branca, sofrendo lesões de extrema gravidade na região da cabeça, do tórax e dos membros. Em decorrência das agressões, houve a amputação traumática do punho e da mão esquerda do ofendido. Após a consumação dos ataques, os autores deixaram o local acreditando que a vítima já se encontrava morta, uma vez que havia perdido a consciência em razão da intensa violência empregada.Ainda de acordo com a denúncia, após recobrar os sentidos, a vítima conseguiu sair à rua para pedir socorro. Ela foi encaminhada para atendimento médico de urgência e permaneceu internada por aproximadamente três semanas em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).Na dosimetria da pena, foram considerados os maus antecedentes e a reincidência do réu, além das graves consequências do crime, que causaram debilidade permanente e incapacidade para o exercício das atividades habituais da vítima.A juíza presidente do Tribunal do Júri, Janaína Cristina de Almeida, negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou o cumprimento imediato da pena.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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