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O magistrado Walter Tomaz da Costa será o juiz eleitoral de Sinop a partir do dia 14/10

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O magistrado Walter Tomaz da Costa está prestes a assumir um novo desafio como juiz eleitoral da 22ª Zona Eleitoral, com sede no município de Sinop, a partir do dia 14 de outubro. Sua nomeação foi um resultado do processo deferido pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), sob a relatoria da presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro.

Walter Tomaz da Costa irá ocupar a vaga atualmente desempenhada por Cléber Luis Zeferino de Paula, cujo biênio se encerrará no dia 13 de outubro deste ano. Com uma vasta experiência em diversas zonas eleitorais, incluindo Colíder (23ª ZE), São José do Rio Claro (29ª ZE), Brasnorte (56ª ZE) e Ribeirão Cascalheira (53ª ZE), o magistrado nomeado ressalta que cada novo exercício representa um estimulante desafio.

Em suas palavras, o juiz Walter Tomaz da Costa compartilhou: “o próximo biênio envolve o pleito eleitoral municipal como um todo; e a preparação para as eleições gerais subsequentes. Nesses tempos de ânimos exacerbados por conta das tensões politicas, o equilíbrio nas disputas eleitorais é de suma importância. Sensatez que precisa caber em toda essa jornada. O juízo eleitoral da 22ª zona eleitoral tem esse crucial desafio: garantir o exercício livre, consciente e transparente da cidadania como condição essencial de respaldo e garantia da democracia em nosso País. Desde a preparação para essa ‘festa democrática”, com o alistamento eleitoral, inscrições dos candidatos, trabalho com as urnas eletrônicas, locais de votação, mesários, treinamentos, até as eleições em si, com a votação apuração, divulgação dos resultados, análise das prestação de contas, diplomação dos eleitos etc. Sinto-me estimulado a retornar à jurisdição eleitoral, com a qual sempre me identifiquei. Esperanço em realizar um bom trabalho em prol da democracia e empenhado em fomentar e promover, em última análise, eleições justas e equilibradas em toda e qualquer disputa eleitoral. Agradeço a confiança em mim depositada, contando com todo o apoio e o timão do Tribunal da cidadania para o escorreito exercício da jurisdição. Agradecido ao nobre juiz antecessor nesta zona eleitoral que deixará o cargo. Vamos à luta”.

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As inscrições para concorrer à titularidade da 22ª Zona Eleitoral ocorreram seguindo as diretrizes estabelecidas no Edital nº 12-SRMJE/CP/SGP/2023, publicado no Diário Eletrônico da Justiça Eleitoral nº 3.966, de 18/08/2023.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PraTodosVerem: Imagem com fundo geométrico em tons de cinza e branco, e na parte de cima, tem uma faixa na cor azul com a palavra JUDICIÁRIO em destaque, na cor branca. No centro, tem uma foto do juiz e, à direita, o nome completo dele e a identificação como juiz da 22ª Zona Eleitoral de Sinop.

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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