AGRONEGÓCIO

Pneumonia é responsável por 40% das mortes de gado confinado no Brasil

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Pelo menos 40% das mortes de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil tem sido provocas por pneumonia. Além disso, há outras doenças respiratórias causadas pelo tempo seco e por inversão térmica, comum nessa época.

A solução para minimizar o problema é a implementação de práticas sanitárias eficazes e a realização de rondas sanitárias, especialmente nas primeiras horas da manhã, tem se mostrado fundamental para identificar precocemente animais enfermos e garantir tratamentos ágeis.

A pneumonia bovina é particularmente preocupante, sendo responsável por um significativo número de mortes. Cerca de 40% das mortes de bovinos em confinamento são atribuídas a essa doença, que afeta até 70% dos animais enfermos.

Dados indicam que aproximadamente 5% do rebanho em confinamento adoece, sendo que a pneumonia é responsável por 70% dos casos, conforme destacado por especialistas.

Entretanto, a pneumonia bovina não é o único desafio. Questões como problemas de casco, fraturas e outras condições também demandam atenção no âmbito da saúde dos bovinos confinados.

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Diante dessa realidade, a adoção de medidas preventivas e corretivas é fundamental. A constante vigilância, aliada a uma equipe capacitada e atenta, desempenha um papel crucial na manutenção da saúde dos animais e no sucesso das operações de confinamento.

Com informações do Canal Rural

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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