Lucas do Rio Verde

Contentor de resíduos é queimado no bairro Bandeirantes

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O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Lucas do Rio Verde trabalha diariamente com a coleta seletiva para deixar o município mais limpo e organizado. No primeiro semestre deste ano, foram adquiridos e instalados 200 contentores em vários pontos da cidade, para que a população pudesse realizar o descarte correto dos resíduos. No entanto, no último fim de semana, um deles, localizado na rua das Zinias, no bairro Bandeirantes, foi alvo de ação criminosa.

A primeira desconfiança é de que pode ter havido descarte irregular de material inflamável, e a segunda, o possível vandalismo, uma vez que o contentor laranja (resíduo úmido) foi consumido pelo fogo.

Segundo o coordenador de resíduos do Saae, Jailton Marques, o trabalho continua. “Temos um cronograma estabelecido para a coleta seletiva, que hoje ocorre diariamente em todo o município. As pessoas precisam ter consciência dos seus atos, porque o cidadão do bem aprova o serviço e colabora com sua manutenção”, conclui. Confira aqui o cronograma da coleta seletiva.

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Com base no último processo licitatório, a depredação do material acabou ocasionando um prejuízo de R$ 1.935 para a necessidade de um novo contentor. Atualmente, são 4.600 contentores distribuídos nos dois bairros de Lucas do Rio Verde.

“Infelizmente ocorreu essa ação criminosa no fim de semana. Vamos repor esse equipamento queimado assim que for possível. Além de ser um prejuízo financeiro para a autarquia, também é um descaso com um material que serve a população, já que os contentores pertencem à sociedade”, declara o diretor da autarquia, Mauricio Fossatti.

No caso de qualquer eventualidade com os contentores, o cidadão pode denunciar por meio da Ouvidoria Municipal, pelo telefone 0800 646 4004 ou na autarquia (65) 3549-7700.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

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Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

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O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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