Cuiabá

Comissão de Regularização Fundiária inicia debate sobre processos de reintegração de posse

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Nesta segunda-feira (10.07), ocorreu mais uma reunião da Comissão de Regularização Fundiária e Desenvolvimento Rural (CRFDR), para deliberar sobre o levantamento de informações para evitar possíveis desapropriações de casas após decisão judicial.&nbsp
Segundo o presidente da Comissão, vereador Sargento Joelson (PSB), em 2017, a Prefeitura de Cuiabá, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com o Ministério Público, propôs mais de 20 ações de reintegração de posse de áreas verdes, áreas para equipamentos comunitários e Áreas de Preservação Permanente (APA), sob pena de responder por improbidade administrativa ao não impedir as invasões.
Agora, passado o tempo, vários processos começaram a se desenrolar, podendo gerar um caos em mais de 20 bairros da Capital, já que não há o desenvolvimento de conjuntos habitacionais para realocar essas famílias: “Essas decisões, muitas delas já tem decisão de primeiro e segundo grau, e nós estamos antevendo. Daqui a pouco vai dar um problema muito sério, vai ter que tirar os moradores dessas casas”.
A proposta inicial é realizar um levantamento de quantas famílias serão atingidas diretamente com as decisões, e buscar maneiras de regularização dessas áreas. Os parlamentares vão entrar em contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e posteriormente, realizar uma audiência pública.&nbsp
O vereador Cezinha Nascimento (União Brasil), membro da Comissão, também ficou encarregado de agendar uma reunião com o Secretário Municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Marcrean Santos (PP).&nbsp
Acompanhe na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=nIgDtzTrA34
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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