Mato Grosso

SES realiza mais duas cirurgias de implante coclear pelo SUS em MT

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O Hospital Estadual Santa Casa e o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), unidades administradas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizaram mais duas cirurgias para implante coclear via Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso.

Os dois procedimentos foram realizados na sexta-feira (30.06). Cada um durou cerca de 4 horas. Não houve intercorrência e os pacientes estão estáveis, em observação.

“Esta é uma cirurgia importante que passou a fazer parte do rol de procedimentos disponibilizados na Rede Estadual de Saúde. A atual gestão tem trabalhado incansavelmente para ampliar a cartela de serviços ofertados em todos os nossos hospitais e unidades especializadas. Os usuários do SUS são os principais beneficiados com os resultados desse trabalho”, disse o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Conforme o secretário adjunto de Unidades Especializadas da SES, Antônio Luiz Ferreira, outras 12 cirurgias para implante coclear devem ocorrer até o mês de setembro deste ano. “Os pacientes que precisam do implante de coclear são regulados para a unidade especializada do Cridac, avaliados por especialistas do local, e depois encaminhados para realizar o procedimento no Hospital Estadual Santa Casa”, explicou.

O implante coclear é indicado para pacientes com perdas auditivas severas e profundas, que não tiveram resultado com aparelhos auditivos tradicionais.

Conforme explica a diretora do Cridac, Suely Souza Pinto, a vida do paciente ganha novas perspectivas após implante. “A capacidade de ouvir aumenta a autoconfiança e melhora o relacionamento com a família, amigos e colegas de trabalho, além de permitir oportunidades sociais e de emprego mais amplas”, avaliou.

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Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

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O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

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Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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