Mato Grosso

Marca de roupas contemplada em edital da Secel é lançada nesta sexta-feira (26) com estampas de artistas mato-grossenses

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A marca Impacto Urbano, que apresenta roupas estampadas por artistas mato-grossenses, será lançada nesta sexta-feira (26.05), em Cuiabá. O evento começa às 19h, na Praça Luís de Albuquerque, no bairro Porto, e contará com desfile e apresentações culturais. O projeto é um dos 40 selecionados no Edital Mato Grosso Criativo, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

A marca mato-grossense de moda autoral é chamada de ‘Impacto Urbano’ e foi criada por Raul Lázaro e Djair Mendes. “A parceria com a Secel foi fundamental para que pudéssemos tirar a ideia do papel, fazendo todos os estudos de mercado necessários e desenvolvendo a primeira coleção”, comenta Raul.

A proposta é oferecer roupas de estilo urbano, que aliam moda com arte mato-grossense. O artista plástico Valques Pimenta e a escritora Luciene Carvalho estão entre os parceiros da primeira coleção. Neste lançamento, serão apresentadas camisetas estampadas com poemas e pinturas dos artistas.

O Edital MT Criativo selecionou propostas nos segmentos mundo das artes, negócios digitais e criações funcionais, totalizando R$ 2 milhões de investimentos. Cada projeto selecionado recebe R$ 50 mil para iniciar ou impulsionar seu negócio. Chamado também de Starter por conceituar a arrancada e o impulsionamento de empreendedores, o edital abrange o setor de economia criativa como um todo.

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Serviço | Lançamento da marca Impacto Urbano

Quando: 26 de maio, às 19h
Onde: Praça Luís de Albuquerque, Bairro Porto, Cuiabá-MT.
Mais informações: Instagram @impactourbanomoda

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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