Cuiabá

Sargento Joelson faz coro contra instalação de PCHs no rio Cuiabá no perímetro do município

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“É momento de os cuiabanos unirem forças, é momento de deixarmos de lado, cor partidária, ser base, oposição, ser direita ou esquerda e defender o Rio Cuiabá.” Frisa.
O vereador de Cuiabá Sargento Joelson (PSB), falou na tribuna da Câmara sobre a decisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiram, por 8 votos a 2, derrubar a lei estadual que proíbe a construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no Rio Cuiabá. E conclamou a mobilização da população cuiabana para luta contra a instalação no perímetro do município.
Joelson conclamou a população e classe política a se engajar no movimento da não instalação destas PCHs. “É momento de os cuiabanos unirem forças, é momento de deixarmos de lado, cor partidária, ser base, oposição, ser direita ou esquerda e defender o Rio Cuiabá.” frisa
Falou também da propaganda utilizada pela empresa que irá explorar os PCHs, de serem inverdades e sem lógica. “Eu estava dando uma lida no material de propaganda da empresa que vai explorar estas seis PCHs, e um dos materiais de publicidade fala que a hidrelétrica tem como foco proteger os peixes e as espécies dos rios. E olha só, fala também que o sistema de transposição de peixes, realizará abertura de comportas até o fundo e permitindo a livre passagem de peixes e alevinos, além de contar com escadas e elevadores para peixes. ENTÃO OS PEIXES DO RIO CUIABÁ VÃO TER ELEVADORES (ironizou).” Diz Joelson
O vereador sugeriu também trazer a empresa até Câmara Municipal para dar explicações acerca das informações que vem propagando em defesa das instalações, e explicar de onde vem tirando que não é prejudicial instalar seis mini hidrelétricas no perímetro do município.

Alguns impactos feitos por especialistas:
Alterações na qualidade da água: A redução do fluxo tende a tornar a água menos turva e expõe os ovos e larvas dos peixes à predação, o que afeta o ciclo de vida e a própria reprodução dos peixes.
Redução na diversidade: Impacta na vida dos seres que vivem no fundo dos rios e demais organismos vivos da cadeia trófica por causa do assoreamento.
Queda na produtividade do ecossistema aquático: Os nutrientes são prejudicados ao serem retidos na barragem.
Distúrbios de corpos dágua: Alterações no fluxo dos sedimentos do planalto para a planície, que pode mudar a dinâmica de áreas inundadas.

Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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