Cuiabá

Associação de Mulheres Solidárias de MT pode ser declarada de Utilidade Pública Municipal

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O vereador por Cuiabá Cezinha Nascimento (União) apresentou o projeto de lei nº 13/2023, para declarar de Utilidade Pública Municipal a Associação de Mulheres Solidárias do Estado de Mato Grosso. A proposta aguarda parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Casa de Leis.&nbsp
Conforme o parlamentar, a Associação foi fundada em 08 de fevereiro de 2021 e trata-se de uma pessoa jurídica de Direito Privado, sem fins lucrativos, de promoção da cultura, sem distinção de credo político, religioso e nacionalidade. A sede da instituição está no bairro Santa Terezinha, 1ª etapa, em Cuiabá.&nbsp
“A Associação tem por objetivo e finalidade representar a classe das mulheres solidárias associadas do Estado de Mato Grosso para o desenvolvimento de trabalhos sociais nas áreas de assistência social, educação, além de viabilizar intercâmbio, promover o encontro das mulheres solidárias e Assistência às suas associadas”, justifica o parlamentar.&nbsp
A entidade arrecada recursos por meio de convênios, acordos, contratos, doações. Trabalha ainda para apoio de esporte do gênero Feminino, promoção do turismo entre suas associadas e qualquer mulher interessada, promoção da cultura e da comunicação social dos trabalhos realizados.
“Ressalta-se que todas as pessoas que dirigem a instituição, prestam seus serviços à comunidade de forma voluntária. Ou seja, não recebem qualquer vantagem, bonificações ou salários, conforme declaração anexa, bem, como a instituição não tem fins lucrativos”, finaliza Cezinha.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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