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Já estão interligadas às forças de segurança as 200 câmeras que monitoram unidades escolares da rede municipal

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Por meio de licitação, devem ser comprados mais equipamentos, resultando na vigilância remota de todas as escolas e Cemeis

As mais de 200 câmeras que já monitoram pontos-chave de 12 unidades escolares da rede municipal de ensino já estão integradas ao sistema de vigilância das forças de segurança. E, no dia 24 de abril, às 8h, a Prefeitura realiza licitação para contratação de empresa especializada em serviço de instalação e manutenção preventiva e corretiva de equipamentos de segurança (câmeras e gravadores).

Pelo certame, que já estava em planejamento bem antes dos atentados de Blumenau (SC) e São Paulo (SP), deve ser promovida a universalização do monitoramento na rede municipal de Educação (escolas e Cemeis), com um valor previsto de investimento superior a R$ 750 mil.

Licitação

Às mais de 200 câmeras que já monitoram unidades escolares da rede municipal, somam-se ainda mais 220 equipamentos instalados em unidades administrativas da Prefeitura. Além dos equipamentos que já monitoram os prédios públicos, Sorriso também dispõe, por meio do Programa Sorriso + Segura, formalizado em 2021, de mais de 70 câmeras instaladas em vários pontos do perímetro urbano. Além destas, cerca de 20 câmeras OCR estão dispostas em diversos locais e abastecem o sistema de vigilância das forças de segurança.

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Vigia Mais MT

Há ainda, em costura junto ao Governo do Estado, a adesão ao programa Vigia Mais MT. O Município está na fase de definição dos pontos que devem receber as câmeras de vigilância, verificar as demandas para sua instalação, para então, seguir com o processo de formalização do convênio com o Estado.

“A princípio, Sorriso pode receber até 350 equipamentos, entre câmeras fixas, móveis e OCR, que são as que fazem leitura de placas de veículos, mas este é um número ainda estimado e pode ser alterado”, detalhou o secretário Moura ainda no início de abril, acrescentando que, devidamente autorizado pelo prefeito Ari Lafin, já havia informado que Sorriso tem total interesse em aderir ao programa ainda em fevereiro.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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